A batalha judicial entre Rachel Sheherazade e o SBT chegou ao fim, e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) não foi favorável à jornalista. O ministro André Mendonça rejeitou o pedido dela para reanalisar a ação trabalhista, mantendo a posição que favorece a emissora da família Abravanel.

A decisão, comunicada no dia 11 deste mês, encerra um processo que teve início em março de 2021. O STF decidiu que o recurso de Sheherazade não atendia aos requisitos legais exigidos para continuar, confirmando uma postura anterior que já havia sido favorável ao SBT.

Os detalhes da ação revelam que Rachel pediu o reconhecimento de um vínculo trabalhista que englobava o período de 2011 a 2020, além de exigir uma indenização milionária de R$ 20 milhões. A jornalista também alegou ter sofrido misoginia por parte de Silvio Santos durante o famoso “Troféu Imprensa”, onde o apresentador fez comentários sobre sua aparência.

Embora Rachel tenha conquistado vitórias em instâncias inferiores da Justiça, com uma decisão inicial que determinou a indenização de R$ 8 milhões, o SBT levou a questão ao STF, revertendo esse resultado na corte mais alta do país. A defesa de Sheherazade tentou novos embargos de declaração, mas a resposta de Mendonça foi mais uma negativa, solidificando a vitória da emissora.

A espera de um novo capítulo na carreira de Rachel, que recentemente expressou seu desejo de atuar em novelas bíblicas, a polêmica agora se encerra com a decisão do STF, deixando os espectadores atentos para o seus próximos passos na Rede Record.