Uma surpresa e tanto está prestes a acontecer na cerimônia pública em Barro Preto! Durante um ato que deveria ser de exaltação, o padre Viriato toma a palavra e desmascara o tirano Jendal em pleno palco.
A cena explosiva ocorre enquanto Jendal (Lázaro Ramos) recebe o título de cidadão honorário, uma homenagem que era para elevar sua imagem, mas que rapidamente se transforma em um verdadeiro ato de rebeldia. Em um momento de impaciência, o padre Viriato (Marcelo Médici) interrompe a solenidade e faz um discurso indignado, denunciando os crimes do governante.
Todo o alvoroço acontece quando o religioso questiona a escolha do prefeito Bartô (Fábio Lago) de prestigiar alguém que, segundo ele, é responsável por brutalidades e injustiças, especialmente com Alika (Duda Santos), que está prestes a enfrentar uma punição em Batanga. Viriato não hesita em expor sua revolta e atrai a atenção da população.
“Vocês estão completamente loucos? Isso é uma vergonha para a nossa cidade!”, dispara, desafiando a plateia a refletir sobre a situação. Com palavras afiadas, ele se refere a Jendal como um “assassino” e “golpista”, renovando a indignação dos presentes.
A comoção aumenta quando ele clama para que a comunidade se una em busca de justiça. Contudo, a tensão na praça pública sobe ainda mais quando o delegado Fortunato (César Ferrario) intervém para calar o padre, transformando a cerimônia de homenagem em um momento constrangedor.
O desfecho dessa cena promete trazer à tona a luta contra a opressão e o poder, mostrando que o grito de quem se opõe pode ecoar mais alto do que a honra concedida a tiranos.
